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sexta-feira, 10 de julho de 2020

BEIRA LITORAL

© João Menéres

sábado, 4 de janeiro de 2014

SALINAS

© João Menéres

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

BEIRA LITORAL


© João Menéres

O original é uma transparência a cores 6x7 cm,
executado com a Asahi Pentax.
Utilizei um filtro difusor.

sábado, 10 de abril de 2010

PRÉMIO EUROPA NOSTRA 2010

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© João Menéres


Um dos mais importantes galardões europeus,
o Prémio EUROPA NOSTRA, foi atribuído ao
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (Séc. XIV), pela sua conservação e restauro.
Como já aqui no Grifo Planante referi em anterior postagem,
o nosso amigo Arqto. Alexandre Alves Costa foi o responsável por todo o
estudo e restauro deste monumento. Foram 14 anos de obras.
Mas, valeu a pena!
Daqui lhe reafirmamos o agradecimento pelas explicações
dadas aquando da nossa visita (anterior à reabertura ao público) e, agora,
felicitamo-lo pelo reconhecimento internacional.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

ORGÃO

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© João Menéres

ORGÃO DA SÉ VELHA
( COIMBRA)

A sua construção data de 1570 e deve-se a um organeiro do
Porto, de seu nome Álvaro Cardoso.




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

TAPETE

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© João Menéres


TAPETE FLORIDO

sábado, 6 de fevereiro de 2010

NA REGIÃO DA BAIRRADA



PALACE HOTEL DA CURIA


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Quando foi inaugurado (1926), dispunha de 550 quartos,
(segundo reza o Guia de Portugal, da FCG).
Como poderão ler mais abaixo, depois das obras de requalificação,
esse número baixou para 100.


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Pode apreciar-se o gosto pela Art-Déco



A caixa do correio


A porta dos sanitários



O relógio (veja-se no seu mostrador os dizeres)


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O maravilhoso ascensor


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Um pormenor da porta do ascensor no 1º piso.


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Uma das salas comuns



A caixa de escada envolvendo o ascensor

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No menu podemos ficar a saber a história deste hotel

© João Menéres


Tudo que verdadeiramente tem classe,
não se desvaloriza com o tempo.
Atentemos nestes bólides, autênticas e eternas preciosidades.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Num dos braços da Ria de Aveiro

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© João Menéres




A PEQUENA VAGA

Mar de pequena vaga e céu azul:
a irrupção das frésias na manhã
faz destas ruas um jardim do sul.

(Eugénio de Andrade, 1923-2005, in Pequeno Formato)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tranquilidade

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© João Menéres


AMOR COMO EM CASA

Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraidíssimo percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde no café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.


(Esta poesia é do meu amigo Manuel António Pina, nascido no
Sabugal em 1943 e a quem, em honra de seus méritos, a Câmara Municipal da Guarda
instituiu esta semana o Prémio literário com o nome deste homem da Cultura)


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Após o almoço

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© João Menéres

Em tarde amena, vizinhas de fim de semana,
contam as últimas novidades...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

JANELA

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© João Menéres





quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

ESTRANHAS ATENÇÕES

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© João Menéres

O que pode originar tais diversidades?

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

COIMBRA NO OUTONO

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© João Menéres


COIMBRA

..."Reclinada molemente na sua verdejante colina, como odalisca
em seus aposentos, está a sábia Coimbra, a Lusa Atenas.
Beija-lhe os pés, segredando-lhe de amor, o saudoso Mondego. "...

(Miguel Torga, 1907-1995, in PORTUGAL)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

FIM DE DIA

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© João Menéres



SOPRO

Passas como passa
O riso do vento
Mas na tua graça
Não há pensamento.

Porém, sem teu riso,
Que seria a graça
Do meu pensamento ?

(Pedro Homem de Mello, 1904-1984, in JARDINS SUSPENSOS)


Pedro Homem de Melo

Pedro Homem de Mello
(Desenho de Júlio Pomar)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

REFLEXOS

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© João Menéres


Foi desde sempre o mar.
E multidões passadas me empurravam
como o barco esquecido.

(Cecília Meireles, 1901-1964, in excerto de MAR ABSOLUTO)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

DUNAS

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© João Menéres


INCERTEZA

Toda, toda a noite fria
O rouxinol cantou.

Mas ao raiar do dia
Logo se cala triste,

Uns dizem que fugiu
Outros que não existe.


( Pedro Homem de Mello, 1904-1984, in Estrela Morta)

NOTA DO EDITOR : AFINAL, NÃO FUGIU! 
ESTÁ DE REGRESSO AO MEU AZUL NOITE...
COINCIDÊNCIAS...

sábado, 31 de outubro de 2009

NAQUELE BARCO

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@João Menéres

Porque hoje é Sábado e o Sol promete...
Vamos relaxar um pouco.


Eu, irei remar.
Mas, se tardar,
a minha musa encontrei
e por lá fiquei...

_________________

Remei.
Voltei a remar...
Viste o Sol?
E a tua musa?
Voltei.