.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

VIAGEM 2017

© João Menéres



OS ALOQUETES PROMETEM
AMOR ETERNO.

AQUI, EM PUERTO MADERO,
JUNTO À PONTE DA MULHER,
DE CALATRAVA.

31 comentários:

APS disse...

Alguma coisa a ver com cintos de castidade?...
Bom dia!

Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

A "praga" dos aloquetes...
Aqui à uns dias encontrei um onde menos poderia imaginar... No castelo de Algoso - Vimioso.
Abraço

Olhar d'Ouro - bLoG
Olhar d'Ouro - fAcEbOOk


Maria Manuela disse...

PONTE DA MULHER ?!...

Será que o tango argentino vai começar ?

Beijinhos, João.:)

João Menéres disse...

APS

Cintos de castidade ?
-Às vezes bem mereciam !

:)

Apenas traduzem momentos. Eternos ou não só o futuro se encarregará de o confirmar ou desmentir.

Um grato abraço.

João Menéres disse...

RUI PIRES

E que teria feito o casalinho em tão ermo lugar ?

:) :)


Grande abraço.

João Menéres disse...

MARIA MANUELA

Ainda faltam uns dias.
A lotação tem estado esgotada...

Um beijo muito amigo e agradecido.

Ana Bailune disse...

Olá, João.
A imagem do cadeado representando o amor me deu angústia...

João Menéres disse...

ANA

Então lamento ter colocado esta imagem !

Um beijo, querida amiga.

Os olhares da Gracinha! disse...

Nesta posição nunca tinha visto!
Gosto do olhar!!!bj

Agostinho disse...

Aloquente no norte,
cadeado no sul,
moda ficou. E a jura
que tempo dura?

Abraço.

João Menéres disse...

GRACINHA

Por essa Europa fora há pontes sobrecarregadas de promessas de amor eterno...
Aqui só vi meia dúzia de aloquetes.
E mesmo assim sem que as iniciais se vissem bem !


Um beijo e obrigado.

João Menéres disse...

AGOSTINHO

Então como vai a sua saúde ?
Espero que no rumo certo, como no momento da colocação destas simbólicas garantias !

Grande e forte abraço.

L.Reis disse...


Com esta dos "aloquetes" é que tu me apanhaste...esta malta do norte está sempre a inventar nomes estranhos para as coisas :):):)
Mas há ali um amor que vai ser mais eterno do que os outros, porque se vestiu de vermelho-paixão.:):)
Um enquadramento pensado e estudado para aproveitar o efeito das diagonais....e que bem, que bem aproveitado!

Elvira Carvalho disse...

Aloquetes. Me lembrei do meu pai que sempre lhes chamava assim, por mais que nós dissesse-mos que eram cadeados.
Abraço

bea disse...

Tenho raiva a cadeados. São inestéticos. E até me parece mal, choca-me, que se tente com tal artefacto simbolizar o amor que une duas pessoas.

João Menéres disse...

L.REIS

Dás-me cabo da mona !
Então que nome lhes dás tu ?
A mim só me chateiam os fanáticos ( de qq clube ! ).
A netaria é toda do FCP até mais não poder !
Sou muito DIRECTO, mas aqui, na Fotografia, as diagonais não esqueço !
Muitos é que as não veem...

BjKa.

João Menéres disse...

ELVIRA

Para mim, cadeado é outra coisa em estilo corrente...


Um beijo.

João Menéres disse...

BEA

Se calhar é por essa razão que algumas juras têm o seu limite no tempo...




Um beijo grato.

Selena Sartorelo disse...

Olá senhor João.

Ahh o amor...fosse esse seu sucesso ou qualquer garantia de sua existencia. Chaves, amarras ou trancas de nada servem além da ilusão do não sentir.

João Menéres disse...

SELENA

Quanto prazer esta tua visita !!!
Tens alma de poeta, digo-te uma vez mais.
No caso, aparentemente, de um triste sentir.

Um beijo muito amigo e OBRIGADO por teres voltado à tona aqui.

Branca disse...

Bela fotografia!Esta moda dos aloquetes parece que se espalhou por todo o lado. Em França tiveram que os retirar e fazer uma intervanção na ponte onde era hábito colocarem-nos, porque eram tantos que estava a fazer perigar a estrutura da mesma. Por aqui já vai aparecendo um ou outro pela Ponte D. Luís I. Beijinhos para ti João. Saúde.

Branca

Pedro Coimbra disse...

A semiótica da imagem e da mensagem é muito curiosa.
E eu que pensei em bicicletas quando via a imagem... :))

Rasuras do Aparo disse...

... aloquete a primeira vez que ouvi tal designação foi na tropa em 1980 no pelotão de instrução havia bastante pessoal do norte e por isso o termo entrou e tornou-se usual ... quanto a amores eternos não se tal objecto o proporcionará ... mas que os aloquetes e as diagonais que os outros não querem ver criam uma foto muito interessante lá isso é evidente ...

João Menéres disse...

BRANCA

Não tenho passado na Ponte Luis I....


Um beijo grato.

João Menéres disse...

PEDRO COIMBRA

Agora nem as bicicletas estão firmes !...


Abraço num dia com um vento gélido ( lá vem ele das espinhas...).

João Menéres disse...

RASURAS

Os amores eternos não carecem de símbolos mas sim da constância permanente.

Então como designava anteriormente a este objecto que pretende ser uma segurança ?


Um outro abraço.

Selena Sartorelo disse...

Pela palavra poemada sinto-me ligeiramente algemada, por ela o amor se faz livre, belo e sincero...só me falta ser poeta rs. Beijos seu João.

João Menéres disse...

SELENA

Falta-te ser POETA ?
-Qual quê !
Não se deve negar o que é tão evidente, Selena !


Um beijo, querida AMIGA.

DiDa disse...

Se a mulher tivesse colocado uma aloquete ao homem ele não passava dez anos esquecido de casa.
Dá jeito em certas ocasiões, não?
Bjs

João Menéres disse...

DIDA

Gosto MUITO dos teus comentários !

Um beijo com um aloquete.

Ana Freire disse...

Amor eterno... como uma prisão... asfixiante!...
Nunca compreendi esta associação, nem o hábito de fazer carregar certas estruturas, com tal peso extra...
De qualquer forma estes cadeados, proporcionaram uma imagem super interessante, do ponto de vista visual!
Adorei aquele que se distingue, de uma forma mais apaixonante, dos demais...
Beijinho
Ana