© João Menéres
AINDA ME LEMBRO DAS MÃOS
QUE SE ESTENDIAM PARA O EXTERIOR...
E FOI HÁ SETENTA E TAL ANOS...
HOJE É O POSTO DE TURISMO
DE PONTE DE LIMA
E AS PESSOAS ENTRAM
À PROCURA DE INFORMAÇÕES.
MAS MUITAS DÉCADA ATRÁS,
ESTA JANELA QUASE AO NÍVEL DA RUA
ERA A PRISÃO MASCULINA DA COMARCA.

26 comentários:
Esta janela, não é na torre de Ponte de Lima?
Uma recordação de outros tempos.
Um abraço e bom fim de semna
Uma bela janela que deixou de cumprir a sua função e ainda bem.
Um abraço e bom fim-de-semana.
Andarilhar || Dedais de Francisco e Idalisa || Livros-Autografados
Janela do sol quadrado...
OLÁ JOÃO
Lindíssima esta perspectiva da janela.
Sim, é na torre de Ponte de Lima.
Já lá estive, precisamente a pedir informações,
por ser O POSTO DE TURISMO
DE PONTE DE LIMA
Beijinho.
Bom fim de semana.
E hoje, claramente as pombas também não entram lá, dada a quantidade de "picos" que possui no gradeamento.
:-)
Tudo nesta vida se transforma e muda. Nada é eterno e fixo. Existem conventos que viram hospitais. Hospitais que viram hotéis. Hotéis que viram prisões. Prisões que viram centros de postos de turismo...
Mas uma coisa é certa. É melhor os edifícios passarem ter outros usos, do que caírem ao abandono.
Ângulo bem escolhido, que tornou a fotografia mais dinâmica e harmoniosa.
ELVIRA
Exactamente.
E tens memória da prisão ?
Um beijo amigo.
FRANCISCO OLIVEIRA
Era um situação degradante.
Um abraço.
EDUARDO
De mestre essa do
JANELA AO SOL QUADRADO !
TULIPA
Então confirmas !
E o Posto de Turismo funciona bem.
Um beijo grato.
REMUS
E fortes que viram hoteis.
Eu preferiria esta solução que permitiria uma melhor salvaguarda do forte.
Tive pena que uma sombra inoportuna não me tivesse deixado incluir a rua., pois daria mais realismo.
Volto a agradecer o seu comentário.
João
mas, não lembrando o passado a janela deu uma belíssima foto.
Bom fim-de-semana.
Beijo
:)
PIEDADE
Obrigado.
Mas até o vestígio do reforço do gradeamento ainda é visível e, quanto a mim, é razão para muitas reflexões.
Um beijo com o desejo que passes um animado Carnaval.
Uma imagem em contraponto à de ontem... o mesmo conceito... a sua privação...
E com esta óptima perspectiva, o João mostra-nos toda a crueza e realismo desta janela... que agora, longe da sua primitiva função, certamente só se mantém para ajudar a contar a triste história...
Visão bem dramática terá sido essa... aos olhos de uma criança sensível, de dez anos... no máximo... que jamais esqueceu...
Beijinhos e um bom fim de semana, João !
MARIA MANUELA
Nem dez anos tinha !...
Talvez 7 ou 8 verdes anos...
E na verdade ainda as vejo como se fosse hoje !
E sabes que me afastava daquelas mãos ?
Mas os olhos teimavam em fixar aquelas mãos sem rosto...
Não longe, ali na alameda, um dos meus irmãos aprendeu a andar de bicicleta !
Um dia, foi contra um plátano e até estava a ver que o ia subir, imagina como as crianças são inocentes.
Nessa época, passávamos uns dias de férias em Ponte de Lima e outra semana em Felgueiras ( onde sofria muito com o calor ! ).
Já nessa altura devia ter o meu termostato avariado !!!
Um beijo agradecido e bom fim de semana também.
Que impressão devia fazer ver essas mãos estendidas para o exterior!!
Um abraço reconfortante.
SANDRA
Terrível mesmo !
Um beijo, querida amiga.
Uma triste janela em uma bela foto. Que lembranças trará a quem a vê? A questão reforça a ideia de que o belo é construído e constituído por quem vê. Torna-se estéril a beleza entregue a olhos insensíveis. Abraços, bom final de semana.
JANE GATTI
Muito agradeço as tuas palavras, as tuas belas palavras !
Um beijo amigo e os desejos de um bom Domingo.
Janelas que prendem é contra natura...e as prisões são coisas que me afligem grandemente...não por existirem, mas por terem que existir. Uma perspectiva que acentua a sensação de claustrofobia de uma janela que nunca chegou a ser.
L. REIS
E dizes bem.
Janelas só deviam significar liberdade de olhar e, em caso de necessidade, de saltar por elas.
Antigamente, as meninas estavam à janela a namorar com os seus queridos.
Hoje é na janela do monitor...
Felizmente um edifício, que agora desempenha uma missão bem mais leve, apesar da dureza, e aspecto severo que ainda deixa transparecer no seu exterior...
De qualquer forma, uma imagem que nos prende a atenção, com um enquadramento muito bem escolhido...
O que são essas ferragens... parece-me... que ainda se vêem em torno da janela, aqui e além?... Restos de algum outro tipo de gradeamento?...
Beijinhos
Ana
ANA FREIRE
À Piedade eu falei nesses gradeamentos..
Obrigado pelo teu amável comentário.
Um beijo amigo.
Uma perfeita sugestão da expressão "ver o sol aos quadradinhos.
Abraço.
AGOSTINHO
Ai viam, viam...
Um abraço.
... olhar de janela áspera ... pouco dada a amizades ... presa em pedra fria ...
RASURAS
GRANDE POETA !
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