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sexta-feira, 23 de abril de 2021

PORTO MEU


©  João Menores


NA SEDE DA AEP / AV. DA BOAVISTA




 


quinta-feira, 22 de abril de 2021

 © João Menéres




IGREJA DE S. PEDRO DE MIRAGAIA





terça-feira, 20 de abril de 2021

PORTO MEU

© João Menéres



NA RUA DA BOA HORA


segunda-feira, 19 de abril de 2021

PORTO MEU

© João Menores



TAREFAS DE TODO O ANO

domingo, 18 de abril de 2021

PORQUE HOJE É DOMINGO...


 




PODER DE UM TELEFONEMA


O cara liga para casa numa tarde para saber o que a esposa vai fazer
para o jantar:
- Alô? Diz uma vozinha de criança. 
- Oi, querida, é o papai. Mamãe está perto do telefone? 
- Não, papai. Ela está lá em cima no quarto com o tio Chico. 
Após alguns segundos, o cara diz: 
- Mas querida, você não tem um tio chamado Chico!!! 
- Sim, eu tenho! E ele está lá em cima no quarto com a mamãe. 
- Tá bom, então quero que você faça o seguinte: suba correndo as 
escadas, bata na porta do quarto e grite para a mamãe e para o tio 
Chico que o meu carro acabou de parar na frente de casa. 
- Tá legal, papai. 
Alguns minutos depois, volta a menina: 
- Eu fiz o que você disse, papai. 
- E o que aconteceu? 
- Bem, mamãe pulou da cama pelada e começou a correr pelo quarto 
gritando, tropeçou no tapete e caiu pela janela da frente, e agora ela 
está morta... 
- Oh, meu Deus!!! E o tio Chico? 
- Ele pulou da cama pelado também, estava muito assustado, e pulou 
pela janela do fundo para dentro da piscina, mas ele deve ter 
esquecido que você esvaziou a piscina na semana passada para limpar, 
daí ele bateu a cabeça no fundo dela, e agora está lá, morto também... 
Uma longa pausa e o cara diz: 
- Piscina??? Por acaso o telefone dai é 5550739? 
- Não!!! 
- Desculpe, foi engano!!! 

sábado, 17 de abril de 2021

A CAPELA DOS ALFAIATES

© João Menéres



Desde o início do século XVI que a Irmandade dos Alfaiates do Porto venerava como padroeiros e protectores São Bom Homem e Nossa Senhora de Agosto. Não tendo capela própria, a confraria iniciou em 1554-1555 a construção de um templo dedicado à Virgem em espaço fronteiro à Sé, cedido pelo bispo D. Rodrigo Pinheiro. A morosidade das obras durante os dez anos que se seguiram levou a que a irmandade contratasse, cerca de 1566, o mestre pedreiro Manuel Luís, que iria terminar o projecto, imprimindo-lhe o seu traço pessoal (SERRÃO, 2001, p. 199).
Em 1934, a Câmara do Porto elaborou uma proposta de urbanização do Largo da Sé, que implicava a demolição da Capela dos Alfaiates, classificada como Monumento Nacional desde 1927. Para evitar a destruição do templo maneirista, a estrutura foi desmantelada em 1936 pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, sendo reconstruída na sua actual localização em 1953.
De planta rectangular, a capela é precedida por adro limitado por guarda de ferro. Na fachada principal rasga-se ao centro o portal de gosto maneirista, com arco de volta perfeita ladeado por colunas estriadas, encimado por entablamento, sobre o qual foi aberto um nicho que alberga a imagem, em barro, de Nossa Senhora de Agosto. Acima deste conjunto foi aberta uma grande janela com grade de ferro. As fachadas laterais, despojadas de qualquer elemento decorativo, possuem apenas uma janela insculpida no registo superior.
O interior, recriando numa escala regional o modelo maneirista dos espaços unitários, de cariz erudito e vanguardista, possui nave única coberta por abóbada abatida de cruzaria, em granito. Um amplo arco triunfal, ladeado por pilastras jónicas, abre para a capela-mor, espaço revestido por abóbada de canhão em cantaria, com caixotões decorados com rosetas.
Ao centro, o retábulo de talha dourada de linhas maneiristas é composto por um conjunto de oito tábuas com episódios da vida da Virgem e do Menino, nomeadamente, no primeiro registo e à esquerda, a Anunciação, à qual se opõe a Adoração dos Pastores, a que seguem, no segundo registo a Adoração dos Reis Magos, a Assunção da Virgem e o Menino entre os Doutores. O remate da estrutura é feito pela Coroação da Virgem, ladeada pela Visitação e pela Fuga para o Egipto. Este conjunto retabular é atribuído ao pintor Francisco Correia e seus colaboradores, tendo sido executado entre 1590 e 1600 (Idem, ibidem, p. 243). Um nicho alberga uma imagem calcária da padroeira, de gosto flamengo.

Catarina Oliveira
DIDA/ IGESPAR, I.P./ Fevereiro de 2011







sexta-feira, 16 de abril de 2021

AZULEJOS

 © João Menéres




NO PORTO E NA RUA CÂNDIDO DOS REIS.