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segunda-feira, 27 de maio de 2013

MEMORIAL DO HOLOCAUSTO

© João Menéres



UMA PARTE DO IMPRESSIONANTE
MEMORIAL DO HOLOCAUSTO.


Situa-se na Ebertstrasse, perto
da Pariser Platz.

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Hoje é o lançamento do livro autobiográfico do
BENTO AMARAL !

Escolheu o BH por estar voltado
para o mar.
Infelizmente, o tempo vai estar
muito cinzento.
Merecia um dia de MUITO SOL
e de um MAR MUITO AZUL !

domingo, 26 de maio de 2013

PORQUE HOJE É DOMINGO...

O telefone toca, à noite...

Marido: - Se for para mim, diz que não estou em casa.

Mulher atende e diz: - Ele está em casa.
Marido: - Então? Mas o que foi que eu acabei de te dizer, mulher?
Mulher: - Era para mim
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sábado, 25 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

BENTO AMARAL : UM EXEMPLO PARA TODOS !


( É FAVOR CLICAR PARA AMPLIAR ! )



" Bento Amaral, engenheiro alimentar de formação, 44 anos, é o chefe da Câmara de Provadores do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) desde 1999. Foi em Bordéus, França, à boleia do programa Erasmus, durante o 5º ano do curso Engenharia Alimentar da Universidade Católica do Porto, que percebeu que o seu futuro estava nos vinhos.
Diz-se “radiante” com a sua profissão, mas o seu projecto de então era “conhecer o mundo a fazer vinho”. A vida pregou-lhe uma partida e um acidente na praia, em 1994, deixou-o tetraplégico. "


Pessoalmente, conheci-o tinha ele uns 13 anos. 
Era um jovem velejador que andava nos Optimists,
onde o meu filho mais novo também andava.

Anos mais tarde, era o proa do meu filho Luís, nos Vauriens,

Classe de que eu era o Presidente. 

( Podem saber MUITO MAIS  sobre o Bento no Google. )

Quem puder assistir ao lançamento
do seu livro e conhecer pessoalmente
o Bento Amaral, não deve deixar de estar presente.


© João Menéres



quinta-feira, 23 de maio de 2013

CADEIRA EM TRÊS PÉS

© João Menéres



AS ÁRVORES DO MAR

Enquanto escrevo
Sobre o vento que passa
Entre os pinheiros

Sobre as águas que deslizam
Nos caminhos do mar

O pinheiro balanceia
As águas reproduzem-se
O vento respira

Abandono então o poema
E sento-me a ver o peixe
Voluptuoso a ouvir o corpo
Em sua morada

E não faço nada
Porque não há nada
Para fazer.


( Do livro  DUAS ÁGUAS, UM RIO, escrito ao longo de 1988,
num diálogo que António Ramos Rosa e Casimiro de Brito
mantiveram para se, e nos, entretecerem. )


Alimento a esperança que o António Ramos Rosa e a Gisela Ramos Rosa aceitem a imagem que  ilustra.


quarta-feira, 22 de maio de 2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

A UMA AMIGA NÃO BLOGUISTA

© João Menéres



TINHA PROMETIDO À
LUÍSA VILAÇA
A POSTAGEM DE UMAS FLORES.

PORÉM, A VIDA DÁ MUITAS VOLTAS
E ESTAS SINGELAS FLORES
SÃO PARA UMA COMENTARISTA
DO GRIFO PLANANTE
QUE SOFREU UMA INESPERADA PERDA.
VÃO COM ATRASO, EU SEI.
NEM POR ISSO, O AFECTO É MENOR.

UM BEIJO MUITO AMIGO.