© João Menéres
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
DIA MUNDIAL DA CRIANÇA
© João Menéres
NO OUTRO DIA, DISSE NUM COMENTÁRIO
QUE TINHA AQUI EM CASA
UM NINHO DE ANDORINHAS.
ESTA CRIA ESTARÁ À ESPERA DO BIBERÃO ?
terça-feira, 31 de maio de 2011
BLOGUES EM DIÁLOGO
© João Menéres
( Painel azulejado - Séc. XVII )
Só as tuas mãos trazem os frutos.
Só elas despem a mágoa
destes olhos, e dos choupos,
carregados de sombra e rasos de água.
Só elas são
estrelas penduradas nos meus dedos.
-Ó mãos da minha alma,
flores abertas aos meus segredos.
( Eugénio de Andrade, in As mãos e os frutos )
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
PUXADINHO
JOÃO E EDUARDO:
(apesar de ser Arquitecto, mas Paisagista) penso que este tipo de construção aqui, em especial neste local que a fotografia do João mostra, é simplesmente um reflexo da antiguidade do lugar (com ocupação anterior, muito anterior ao acampamento romano instalado onde fica hoje a Câmara Municipal).
Se não estou em erro, esta artéria corresponderá ou ao Cardus Maximus (Cardo ou rua com orientação N-S) ou ao Decumanus Maximus (principal rua perpendicular à primeira), em torno das quais se desenvolvia toda a "urbe".
Em Chaves, penso eu, que essas ruas principais ainda resistem, nas imediações da C. Municipal e do Castelo, onde estaria supostamente instalado o aquartelamento romano invasor (rectangular, como se pode ver no google earth), ocupando um castro já ali existente.
É óbvio que à volta destas ruas, em traçado mais ou menos paralelo a elas surgiram habitações e outros arruamentos, de maior ou menor importância (por aqui dar um pontapé numa pedra significa muito provavelmente por a descoberto um achado, pelo menos romano).
Na Idade Média surge "o outro" pormenor que poderá esclarecer este assunto, que é o facto de a cidade (tal como outras) se ter fechado intra-muros por uma questão de protecção contra mouros e bárbaros, levando eventualmente ao acentuar deste tipo de construção.
Algumas destas habitações estão a ser lentamente recuperadas.
E, claro, um abraço a todos, flaviense concerteza!
Um outro ainda muito especial para a LUISA, pelo poema, certeiro!
(apesar de ser Arquitecto, mas Paisagista) penso que este tipo de construção aqui, em especial neste local que a fotografia do João mostra, é simplesmente um reflexo da antiguidade do lugar (com ocupação anterior, muito anterior ao acampamento romano instalado onde fica hoje a Câmara Municipal).
Se não estou em erro, esta artéria corresponderá ou ao Cardus Maximus (Cardo ou rua com orientação N-S) ou ao Decumanus Maximus (principal rua perpendicular à primeira), em torno das quais se desenvolvia toda a "urbe".
Em Chaves, penso eu, que essas ruas principais ainda resistem, nas imediações da C. Municipal e do Castelo, onde estaria supostamente instalado o aquartelamento romano invasor (rectangular, como se pode ver no google earth), ocupando um castro já ali existente.
É óbvio que à volta destas ruas, em traçado mais ou menos paralelo a elas surgiram habitações e outros arruamentos, de maior ou menor importância (por aqui dar um pontapé numa pedra significa muito provavelmente por a descoberto um achado, pelo menos romano).
Na Idade Média surge "o outro" pormenor que poderá esclarecer este assunto, que é o facto de a cidade (tal como outras) se ter fechado intra-muros por uma questão de protecção contra mouros e bárbaros, levando eventualmente ao acentuar deste tipo de construção.
Algumas destas habitações estão a ser lentamente recuperadas.
E, claro, um abraço a todos, flaviense concerteza!
Um outro ainda muito especial para a LUISA, pelo poema, certeiro!
sábado, 28 de maio de 2011
ARQUITECTURAS
© João Menéres
EM JEITO DE HOMENAGEM
UM PORMENOR DA CIDADE
ONDE RESIDE FERNANDO REIS,
VENCEDOR DO DESAFIO
DESTE MÊS DE MAIO.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
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