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segunda-feira, 6 de abril de 2009

MADEIRA

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© João Menéres

ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA

" Levanto-me a bordo, à procura da luz - de outra luz
em que fui nascido e criado e de que começo a sentir
cada vez mais a falta. Anseio por tornar a ver, a luz
sem nuvens, a luz doirada, a luz pura e viva".
( Raul Brandão, in Visão da Madeira )


O Arquipélago da Madeira compreende a Ilha da Madeira,
onde se situa a cidade do Funchal, a Ilha de Porto Santo
(com um areal ocre-claro com cerca de 9 Km de extensão),
as Ilhas Desertas e, finalmente, as Ilhas Selvagens.

O que podemos ver na imagem é um amanhecer,
obtido da Madeira para as Desertas.

As Desertas são três ilhas, estreitas e prolongadas,
em que as suas encostas mergulham no mar quase verticalmente.

A que se situa mais a Norte, de seu nome Ilhéu Chão, é a mais pequena.

A do meio, é a Deserta Grande (a que figura acima), tem cerca de 12 km
de comprimento e, na sua largura máxima, não chega a ter 2 km.
A altitude máxima não atinge os 500 m e é no Pico do Pedregal.

Mais a Sul, encontramos a Ilha do Bugio.
Esta tem pouco mais de 7 km de comprimento e
uma largura de cerca de 800 m.

Deve ficar bem claro que a acessibilidade é muito restrita
em qualquer destas três ilhas, tanto pelas difíceis condições de
aportagem, como pela autorização necessária, tendo em vista
a necessidade de proteger os habitats naturais.
Estamos a falar da flora, da avifauna e dos lobos-marinhos.

sábado, 4 de abril de 2009

MINHO

  1. CAMINHA

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© João Menéres

Caminha é uma pequena cidade de mil encantos.
Voltada para junto da foz do Rio Minho tem, à sua frente,
e, bem lá no alto, o Monte de Santa Tecla, já em Espanha,
(de onde fotografei a imagem da vista geral, em que se vê
a confluência do Rio Coura).
Nas nossas costas está o Oceano Atlântico.
Na imagem de cima é possível ver-se a Igreja Matriz,
templo de raiz gótica, mas com sobreposições manuelinas e renascentistas.
O que hoje aqui destaco é o portal lateral.
É uma obra prima.
Em cima, emergem dois bustos (talvez o Rei D. Manuel e a Rainha D.Maria) .
No entablamento, 4 figuras:
S. Marcos e S. Lucas (evangelistas) e S. Pedro e S. Paulo (apóstolos).
No frontão, está a escultura com a Virgem e o Menino.
Por cima, o Cristo crucificado.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

HOJE TIVE CORREIO ESPECIAL !




BOA SURPRESA HOJE   !

O carteiro hoje trouxe-me uma surpresa muito simpática :
A  GEORGIA  E   FAMÍLIA
enviaram-me este lindo postal ilustrado de DUSSELDORF.

Fica aqui a prova quanto estimo a Amizade da GEORGIA.

Para além de ser uma das minhas mais habituais
visitas e comentadoras aqui no GRIFO PLANANTE,
temos uma brincadeira "montada" na VÍTIMA DA QUINTA,
maravilhoso espaço do nosso querido EDUARDO P.L.

Ora espreitem a "vítima" de ontem !

Nota: Passem pelo VARALDEIDÉIAS e no sidebar cliquem
em  A VÍTIMA DA QUINTA!

Além de uns momentos divertidos, podem apreciar
as maravilhosas caricaturas com que as "vítimas" são distinguidas!

GEORGIA : O TEU POSTAL DEIXOU-ME ENCANTADO.
UM BEIJO E MUITO OBRIGADO !

TRÁS-OS-MONTES

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© João Menéres


TORRE DE MONCORVO

Situada junto da confluência dos Rios Sabor e Douro,
Torre de Moncorco teve o seu foral concedido por D. Dinis em 1285.
Desse foral faz parte a Torre de Mendo Corvo, uma torre mandada construir
por um dos homens da Reconquista Cristã e de seu nome Mem Curvo.
Egas Moniz, e muitas das grandes famílias que colocaram
os seus préstimos ao serviço dos reis dos séculos XII e XIII,
descende deste Mem Curvo (ou Mendo Curvo).

O que podemos ver nesta imagem feita a partir da
Quinta das Aveleiras ( Turismo de Habitação) é a Igreja Matriz
que, pelas suas dimensões, ultrapassa mesmo a
Sé de Miranda do Douro ou a de Bragança.

Trata-se de uma notável obra maneirista de linhas austeras.
cuja construção se iniciou em 1544.
No seu interior, destaca-se o Retábulo Flamengo da
Parentela de Santa Ana, muito bem descrito, historiado e analisado
pelo meu querido e distinto Amigo Dr. Adriano Vasco Rodrigues, na obra
"Documentos Medievais de Torre de Moncorvo",
de autoria da Drª. Maria da Assunção Carqueja.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

CASTELOS DE PORTUGAL

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© João Menéres

C A S T E L O   D E   B R A G A N Ç A


Não há certezas. Porém, admite-se que a primeira
fortificação aqui em Bragança remonte ao reinado
de D.Sancho I (2º Rei de Portugal).
Todavia, o castelo tal qual o podemos ver, é do tempo de D.Dinis
(o Rei que decidiu plantar o Pinhal de Leiria).

O que a imagem nos mostra é a cidadela,
ou seja, o que as muralhas defendiam.

Para quem conheça Bragança, distingue perfeitamente
a Domus Municipalis que é o monumento histórico local
mais notável, tanto pela sua arquitectura, como pelas
funções que foi desempenhando, a Torre de Menagem
quadrangular e a Igreja de Santa Maria, onde na fachada sul se abriga a Domus Municipalis.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

ARQUITECTURA

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© João Menéres


PAVILHÃO DE PORTUGAL

Esta obra situa-se na Alameda dos Oceanos e Cais Português,
no Parque das Nações, junto ao Rio Tejo, em Lisboa.
É um projecto do mais afamado arquitecto português : Álvaro Siza Vieira,
que teve como colaboradores nucleares os engenheiros
Segadães Távares e Ana Bártolo e, ainda, para os interiores,
o também já bem conhecido Eduardo Souto Moura.

Esta obra foi construída entre os anos 1995-1998 e destinou-se a
abrigar a representação portuguesa.

É constituído por dois corpos ligados por uma junta construtiva.
O espaço da imensa praça entre os dois corpos é coberto
por uma lâmina de betão pré-esforçado.
Esta pala (vulgarmente designada por "a pala do Siza")
pode sugerir uma folha de papel apoiada em dois tijolos.

É esta pala que essencialmente pretendo mostrar.

Nota : Este projecto mereceu o Prémio Valmor de 1998.

Como o GRIFO PLANANTE gosta de visitar os amigos,
voltaremos a falar de outras obras do Siza.

terça-feira, 31 de março de 2009

AÇORES

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© João Menéres

ILHA DAS FLORES

Do Morro Alto, alcançamos com a vista a Ilha do Corvo.

Neste morro, há três Caldeiras: a Branca, a Funda e a Comprida.
Não querendo induzir em erro ninguém,
direi que esta me parece ser a Funda.
A Comprida tem outra forma.
A outra estava sem água (e daí eu deduzi não ser a Funda...) .
Mas a FERNANDA poderá dar aqui uma ajuda, não ?

Entretanto, apreciem esta beleza que as hortências guarnecem...