Não sei se olhos Ou se ao olhar melhor Vejo verrugas do tempo! Talvez irregularidades troncais Ou pormenores de (im)perfeição Cravados no crescimento ! Não sei o que vejo Mas sei que gosto e voo na imaginação do olhar!
Oh! Mas é um tronco de árvore, obviamente. Quase coberto de líquenes, alguns amarelos, sinal de pouca poluição no local ou nenhuma. Singularidades da natureza ? Inclino-me mais para intervenção de mão humana. Ancestral, brutal, radical. Um ser duplamente mutilado quando jovem. Cicatrizes grosseiras esquecidas pelo tempo... Uma anormalidade tubular "de olhos tristes" como que a implorar algo... Expressão impressionante ! Grande Ângulo !!! Gostei. Beijinhos.:)
Como cada um vê o que vê, eu vi um cantil desrolhado em pose de dar água a quem tem sede. E é assim.
Mas depois li os comentários anteriores e na verdade pareceu-me um ET com saudades de casa:). Coisa que todos temos. Convenço-me mesmo que morremos desse mal, saudades de casa.
Admiro imenso o teu permanente poder de observação ! No local não há poluição realmente. E a expressão é, também quanto a mim, de um doloroso momento que permanece para os tempos vindouros.
Muito obrigado pelas tuas palavras e votos de uma boa semana.
O título surgiu quando estava a preparar a edição. Vai como nº 1, mas não sei quando me aparecerá o seguimento. Não estou certo se se trata de um plátano, embora pense que não. Confirmarei mais no verão.
Parece-me detectar ali uma certa curiosidade, neste olhar vegetal. Ou talvez seja apenas ansiedade, aquela mesma ansiedade que sentimos quando o nosso olhar cria raízes na terra e não nos deixa ver mais longe.
Uma expressão bem curiosa... e com um olhar interrogativo... Ai se a árvore pudesse falar... para sabermos, o que ela pensa, do que vê acontecer, à sua volta... Um detalhe muito bem descoberto, João! Beijinhos! Ana
30 comentários:
Não sei se olhos
Ou se ao olhar melhor
Vejo verrugas do tempo!
Talvez irregularidades troncais
Ou pormenores de (im)perfeição
Cravados no crescimento !
Não sei o que vejo
Mas sei que gosto e voo na imaginação do olhar!
Belissima foto!
Mil bjnhs
Veio-me à ideia o "Quasi", de M. de Sá-Carneiro: "Um pouco mais de..." traços, seria coruja...
Gostei.
Bom fim-de-semana!
Um ET se "transformando" 😊
...
quanto às toneladas que saem do rio ... terra muita terra ...
bj
Tem um "olhar" doce de um ET que quer regressar a casa.
Espetacular! Abraço!
Oh! Mas é um tronco de árvore, obviamente. Quase coberto de líquenes, alguns amarelos, sinal de pouca poluição no local ou nenhuma.
Singularidades da natureza ?
Inclino-me mais para intervenção de mão humana. Ancestral, brutal, radical. Um ser duplamente mutilado quando jovem. Cicatrizes grosseiras esquecidas pelo tempo...
Uma anormalidade tubular "de olhos tristes" como que a implorar algo...
Expressão impressionante ! Grande Ângulo !!!
Gostei. Beijinhos.:)
Como cada um vê o que vê, eu vi um cantil desrolhado em pose de dar água a quem tem sede. E é assim.
Mas depois li os comentários anteriores e na verdade pareceu-me um ET com saudades de casa:). Coisa que todos temos. Convenço-me mesmo que morremos desse mal, saudades de casa.
Genial título para a poda feita num plátano (julgo que seja)
Gostei imenso
Beijocas e um bom fim de semana
Fantástica!
Abraço e bom fim-de-semana
Bem observado
Muito expressivo!
LUÍSA
Que categoria de comentário, querida amiga !
Muito obrigado mil vezes !
Um beijo.
APS
Muito bem dito, porque foi muito bem visto !
Grande abraço.
GRACINHA
Tudo depende de quem interprete...
Obrigado sobre o esclarecimento dos montões de terra.
Um beijo grato e amigo.
ANA LÚCIA
Este ET não tem retorno, não...
Um beijo muito agradecido pelo comentário.
JOSÉ JAIME
Continuo sem conseguir comentar no seu blog, para meu desgosto.
Muito obrigado e um abraço amigo.
MARIA MANUELA
Admiro imenso o teu permanente poder de observação !
No local não há poluição realmente.
E a expressão é, também quanto a mim, de um doloroso momento que permanece para os tempos vindouros.
Muito obrigado pelas tuas palavras e votos de uma boa semana.
BEA
Essa do cantil fez-me olhar vezes sem conta.
Mas não chego a tal.
Na minha visão, não passa de um par de olhos tristes.
Se é um ET, já não me atrevo.
Um beijo muito grato e amigo.
FATYLY
O título surgiu quando estava a preparar a edição.
Vai como nº 1, mas não sei quando me aparecerá o seguimento.
Não estou certo se se trata de um plátano, embora pense que não.
Confirmarei mais no verão.
O fim de semana continuou chuvoso !...
MUITO OBRIGADO e um beijo amigo.
ELVIRA
Fico muito feliz quando gostam das minhas pastagens, é óbvio.
Um beijo grato.
EDUARDO
Andava com este pormenor debaixo de olho...
VICTOR BARÃO
Então... ÓPTIMO !
Um abraço e obrigado.
... um olhar feito e gasto pelo tempo ...
RASURAS
E com o tempo irá acentuarse !
Bom abraço.
Parece-me detectar ali uma certa curiosidade, neste olhar vegetal. Ou talvez seja apenas ansiedade, aquela mesma ansiedade que sentimos quando o nosso olhar cria raízes na terra e não nos deixa ver mais longe.
L. REIS
Tu és fina que nem um alho, menina !
Eu bem queria ver o que não era, diabo de cachopa ...
BjKa.
Uma expressão bem curiosa... e com um olhar interrogativo...
Ai se a árvore pudesse falar... para sabermos, o que ela pensa, do que vê acontecer, à sua volta...
Um detalhe muito bem descoberto, João!
Beijinhos!
Ana
ANA FREIRE
O que me alimenta ( fotograficamente falando ) é eu gostar de tantas especialidades...
Uma vez mais, Ana Cristina, muito obrigado pelo teu comentário.
Um beijo grande e um belo fim de semana.
Encantador o pormenor registado.
Podia dar um filme de desenho animado.
DIDA
Muito obrigado pelo comentário e pela sugestão ( mas não faço vídeos, nem quejandos ).
Um beijo muito amigo.
Enviar um comentário