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sábado, 19 de maio de 2018

SEAREIROS

© João Menéres





ENTRE CASA BRANCA E AVIS

18 comentários:

Elvira Carvalho disse...

Uma boa foto.
Abraço e bom fim-de-semana

Luísa disse...

(In)segurança e (talvez falta) de saúde no trabalho!
Uma foto TOP

Isabel disse...

Que interessante!

Beijinhos:)

Marli Terezinha Andrucho Boldori disse...

Boa tarde,
achei a foto muito interessante e sugestiva,
dá-nos a oportunidade de fazermos várias leituras e interpretações.
Excelente! Abraço!

Francisco Manuel Carrajola Oliveira disse...

Uma fotografia fantástica.
Um abraço e bom fim-de-semana.

Andarilhar
Dedais de Francisco e Idalisa
Livros-Autografados

bea disse...

É uma poeirada atroz. Mas o cereal já sai dali ensacado. Parabéns pela foto.

GL disse...

Um dois em um perfeito: a beleza da fotografia e o testemunho de como funciona a nossa segurança no trabalho.
Os srs. Inspectores do trabalho conhecerão esta realidade? Onde estão, já não digo os fatos, mas pelo menos as MÁSCARAS?

Neste caso, querido Amigo João, ofereces-nos não só uma belíssima fotografia, como um testemunho valiosíssimo de como funcionam alguns serviços que têm - ou deveriam ter - uma imensa responsabilidade no que respeita à saúde no trabalho.

Bom Domingo.

Beijinho, Amigo.

Os olhares da Gracinha! disse...

Algo que nunca vi e ia adorar contemplar!!!bj

Agostinho disse...

Uma coisa é comer o pão quentinho ao pequeno almoço, outra é saber as voltas que o trigo leva até chegar à mesa.
Foto documental do pão nosso de cada dia, muito boa.
Abraço.

L.Reis disse...

Ora aqui está uma coisa que nunca tinha presenciado.
A imagem mostra esta etapa intermédia que a maior parte dos consumidores desconhece.
Gostei do ar poeirento e da sensação de atividade que a fotografia transmite, bem como da presença do elemento elemento humano a lutar lado a lado com o gigante da industrialização. :)

Rasuras do Aparo disse...

... bem aqui se demonstra a dureza do trabalho ... que apesar do esforço ser actualmente um pouco mitigado pela intervenção da maquinaria ... ainda tem um esforço humano bastante rude ... tanto na componente calor ... como na poeira fruto da debulha mecânica e que é um factor alta percentagem de incapacidade respiratória na fase final da vida activa nas zonas do Alto e Baixo Alentejo ... (deveriam experimentar um dia ... para dar valor ao pão que comem ...)

João Menéres disse...


ELVIRA

LUÍSA

ISABEL

MARLI

FRANCISCO OLIVEIRA

BEA

GL

GRACINHA

AGOSTINHO

L. REIS

RASURAS


Com dias de atraso, venho agradecer a todos quantos aqui deixaram as suas reflexões.
Felizmente, não foram poucos os que observaram as condições em que estes trabalhadores encontram pela frente para termos o pão nosso de cada dia assegurado.

Com as minhas desculpas, beijos/abraços e o meu muito brigado pelos comentários deixados e que tão importantes são para mim.

Victor Barão disse...

Com raízes que não sei objectivamente definir, ao menos até à década de oitenta (80) do passado século XX, aqui na minha região era algo ciclicamente invariável ano após ano e designava-se de debulha _ vulgo separação do grão e da palha _ dos cereais.
Quanto à foto é fantástica!
Abraço
VB

Remus disse...

Avis eu conheço. Mas agora de Casa Branca, nunca tinha ouvido falar. Mas já aprendi.

Agora as máquinas ajudam e muito. Antigamente, em que o trabalho era totalmente manual, tinha realmente um grande peso no corpo.
Devido ao pó que essa palha provoca, os homens até parecem que estão a enfrentar as poeiras do deserto.
Momento bem apanhado. Um belo pedaço histórico.

Ana Freire disse...

Uma imagem formidável, que retrata esta tarefa, a que nunca assisti, de uma forma magistral!...
Provavelmente, a mesma já será feita, com outros equipamentos, e ainda menor intervenção humana... o que não impede de se apreciar, o quão duro, seria este tipo de trabalho...
Belíssimo trabalho, João! Beijinhos
Ana

João Menéres disse...

VICTOR BARÃO

O termo DEBULHA está correcto, claro !
No momento da portagem não me veio à memória.

Muito obrigado pela ajuda.

Um abraço com amizade.

João Menéres disse...

REMUS

A A 2 convida a fazer a viagem directa do Porto ao Algarve e vice-versa.
Antes, parava sempre para pernoitar em lugares diferentes, o que me permitia meter por muitas estradas ditas secundárias.
Agora, não vejo nada e não se pode parar quando nos apetece.

Um abraço ( muito atrasado ).

João Menéres disse...

ANA FREIRE

Tens toda a razão.
O trabalho era extremamente maléfico para a saúde !

Obrigado pelo elogio à imagem.
Um beijo muito amigo.