.

sábado, 6 de junho de 2009

AVISO À NAVEGAÇÃO

Não estranhem se durante um dia (±) não der notícias...
Obrigado.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

DOURO

Photobucket
© João Menéres
(Fotografia aérea/helicóptero)

Quinta da Granja

Recentemente adquirida pela Sogrape à Dow's,
situa-se na margem esquerda do Douro Superior,não afastada
da Quinta da Leda (também da Sogrape) e de Almendra.

Infelizmente não tenho disponível uma imagem bem curiosa:
vista de cima, tem duas elevações bem juntas que mais parecem
um soutian, daqueles bem acolchoados...
Nesta, podemos ver parte de uma dessas elevações. Porém, longe de
ser  a visão a que aludimos quando vista na vertical, perde-se totalmente.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

PARQUE NACIONAL PENEDA-GERÊS

Photobucket
© João Menéres

Nos socalcos do Minho, em Fafião

Nesta imagem, utilizei uma película especial para
captar as radiações infravermelhas (Banda de comprimentos de
onda para além da faixa vermelha do espectro).
Esta película foi desenvolvida pela Kodak, inicialmente a preto e branco,
por ocasião da II guerra mundial.
Nos últimos anos tem grande utilização em sectores científicos,
pois permite distinguir matérias que os nossos olhos
jamais alcançariam.
Por exemplo,  com ela podemos ver se por baixo de uma camada de tinta
num quadro, há outra ou outras por baixo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

GRAFISMO

Photobucket
© João Menéres

DIAGONAIS

Fiz esta imagem nos jardins da Fundação de Serralves,
numa determinada tarde...

terça-feira, 2 de junho de 2009

Mural


            

© João Menéres

Ano de 1975 : Um mural revolucionário. Porto

segunda-feira, 1 de junho de 2009

CASTELOS DE PORTUGAL

Photobucket


Photobucket

© João Menéres

Nota: Esta imagem é uma vista aérea feita ± com a mesma perspectiva da planta acima e onde se vê, com toda a facilidade, o Arco da Peste ali à esquerda.

O CASTELO DE MONTEMOR - O - VELHO

Este castelo, vindo já do tempo dos mouros, situado no alto do monte,
com umas muralhas robustas era quase inexpugnável.
No principal recinto situava-se a Torre de Menagem e a Igreja de S. Maria da Alcaçova
e no recinto junto, fortemente fortificado a Capela do Abade João.

Abade João?
- Sim , deste Abade também ficou uma Lenda.Mas, hoje, estamos
mais dedicados ao Castelo que, em termos definitivos,
foi tomado aos mouros em em 1040 e,
de novo, em 1064, pelo rei Fernando Magno.
Adivinha-se pois que foi um castelo alvo de todas as cobiças
pela posição estratégica de que beneficiava.
Era como que uma ilha que surgia acima dos ricos arrozais
do Baixo Mondego e,por outro lado, era uma
importantíssima primeira defesa às terras de Coimbra.

Por volta de 1088, reinava em Castela D. Afonso VI, Montemor foi reedificada e de novo povoada e o seu castelo reconstruído por empenho do seu genro, o conde D. Raimundo, ajudado pelo
conde D. Sisnando, na altura governador de Coimbra.

As partes mais antigas são a base da torre da menagem e as duas
torres fortes do arco da Senhora da Glória.

O que permaneceu das origens, serão as ruínas do Paço da Infanta e
a pequena Igreja de Santa Maria do Castelo.

Visita que se sugere a quem goste do nosso património.





sexta-feira, 29 de maio de 2009

ÁRVORES MINHAS, SONHOS MEUS

Photobucket
© João Menéres

( trabalhei no photoshop uma minha imagem)

Enviei esta imagem para a SELENA SARTORELO, em São Paulo, pedindo-lhe
que, se lhe proporcionasse escrever algo,
me autorizava a postar o que escrevesse.

Poucos minutos depois, um e-mail chegou.
As palavras que antecedem a Poesia, são outro Poema.
Ora deliciem-se:

"Meu querido amigo, não pude esperar e nem sei se a inspiração esteve a me visitar,
mas diverti-me tanto quando vi e li que não pude a vontade controlar.
Não creio ser o caso de publicar, pois tua fotografia terá a inspiração sensível
de algum artista todavia, pois essa de facto merece uma poesia.
Não contém filosofia, nem mesmo nessas palavras alguma harmonia,
mas ri, diverti-me e agrada essa catarse de palavras que saem
com dessentido tão sentido.
Não sei esperar nem palavras dissimular, apenas sinto
e não quero nem ousaria tua arte explicar"

E, agora, a Poesia que SELENA SARTORELO fez para essa imagem em cima:

Pintei minha floresta
Com as cores da minha alma
Escorreguei com os meus olhos
nas formas da natureza

Saciei um tempo
Esqueci que tinhas nome
Embriaguei minha vida nas nuances
que em cores se formaram

Uma mancha enxerguei
Um horizonte imaginei
Um nada eu senti
Quando tua imagem mirei.

A ideia do que seria tuas árvores
uma fotografia.

(Autora : Selena Sartorelo, São Paulo, em 18 de Maio de 2009)