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quinta-feira, 4 de abril de 2019

PARQUE DA CIDADE

© João Menéres



NESTE ÚLTIMO SÁBADO

quarta-feira, 3 de abril de 2019

3 DE ABRIL DE 2007

NESTE DIA, HÁ DOZE ANOS ATRÁS, NASCEU O
FAMOSO BLOGUE 
EXPRESSO DA LINHA !
AO SEU AUTOR E QUERIDO AMIGO
JORGE PINHEIRO, 
QUEREMOS TRANSMITIR A FALTA QUE NOS FAZ
E ESPERAR QUE RETOME O MAIS BREVE QUE LHE SEJA POSSÍVEL, 
APESAR DA REDUÇÃO
DOS PASSES DOS TRANSPORTES PÚBLICOS,
A MARCHA DOS SEUS INTELIGENTES COMENTÁRIOS
E A POSTAGEM DAS SUAS SEMPRE BELAS IMAGENS.

UM ABRAÇO AMIGO, JORGE !

terça-feira, 2 de abril de 2019

NO PARQUE DA CIDADE

© João Menéres

NESTE ÚLTIMO DOMINGO,
DEPOIS DE ALMOÇARMOS NO MY PALACE,
ATRAVESSÁMOS A AVENIDA E FOMOS 
APROVEITAR A TRANQUILIDADE DO PARQUE.
AO FUNDO, A MEIO DA IMAGEM,
PODEMOS VER UM BOCADINHO
DO PRÉDIO QUE TEM AS JANELAS
DO NORTE E DO SUL INCLINADAS E
QUE MOSTRÁMOS NO OUTRO DIA.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

SÓ PODE SER MENTIRA DO DIA 1 DE ABRIL !

Uma quinta-feira destas, o Costa chega ao Conselho de Ministros e diz-lhe a assessora:
- Senhor Primeiro Ministro, hoje temos muita gente a faltar...
- Então?
- Houve muita gente a ligar de manhã, a avisar que hoje não podia vir...
- Quem?
- Olhe... O Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social não pode vir porque lhe morreu o Pai.
- Ok...
- A Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa não pode vir porque lhe morreu o Avô.
- Ok...
- O Ministro dos Negócios Estrangeiros não pode vir porque lhe morreu um cunhado.
- Ok...
- O Ministro da Defesa Nacional não pode vir porque lhe morreu um primo.
- Ok...
- O Ministro da Administração Interna não pode vir porque lhe morreu um irmão.
- Ok...
- A Ministra da Justiça não pode vir porque lhe morreu um tio.
- Ok...
- O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior não pode vir porque lhe morreu o sogro.
- Ok...
- A Ministra da Saúde não pode vir porque lhe morreu um sobrinho.
- Desculpe lá, mas como é que morreu tanta gente no mesmo dia?!?
- Senhor Primeiro Ministro, só morreu uma pessoa... Mas como eles são todos família
...

domingo, 31 de março de 2019

PORQUE HOJE É DOMINGO...






                                                                              Idade
Já aconteceu com você, ao olhar pessoas da sua idade, pensar: não posso estar assim tão velho(a)?!!!!
Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede.
Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.
Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás, e eu me perguntava: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido o meu amor secreto.
Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou?, perguntei.
- 1965. Por que esta pergunta?, respondeu.
- É que... bem... você era da minha classe!, eu exclamei.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma p***, lazarento, me perguntou:
- A Sra. era professora de quê?

sábado, 30 de março de 2019

NO CLAUSTRO

© João Menéres



sexta-feira, 29 de março de 2019

AS GLICÍNIAS

© João Menéres



AS GLICÍNIAS


nos alpendres de junho perpassa
um halo azul a desprender-se em cheiros
que procuram a terra devagar
numa gaze de luminescências e de abelhas.

é quando cresce a música na intimidade
das glicínias e se despenha o seu perfume
nas sombras mais intensas, como se
falássemos das águas ou da matéria da melancolia

nesta luz feita de sussurros do jardim e
o mundo começasse pelas narinas
e o nó da vida se prendesse
ao voo de um aroma, à sua consciência doce,

arejada entre o chão e as nuvens
desce pelos vãos da solidão macia, lento
como um óleo a alastrar na pele do tempo,
o enredamento grave das glicínias,

para um torpor, para um renascimento,
para uma canção breve das delícias,
um recordar de mágoas, um cacho de silêncios,
um respirar mais fundo, um habitar.

( Vasco da Graça Moura, in ALAMEDA DAS GLICÍNIAS,
editado pela Modo de Ler / 2015 )