IdadeJá aconteceu com você, ao olhar pessoas da sua idade, pensar: não posso estar assim tão velho(a)?!!!!Veja o que conta uma amiga:- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede.Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás, e eu me perguntava: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido o meu amor secreto.Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.- Sim, respondeu-me.- Quando se formou?, perguntei.- 1965. Por que esta pergunta?, respondeu.- É que... bem... você era da minha classe!, eu exclamei.E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma p***, lazarento, me perguntou:- A Sra. era professora de quê?
domingo, 31 de março de 2019
PORQUE HOJE É DOMINGO...
sábado, 30 de março de 2019
sexta-feira, 29 de março de 2019
AS GLICÍNIAS
© João Menéres
AS GLICÍNIAS
nos alpendres de junho perpassa
um halo azul a desprender-se em cheiros
que procuram a terra devagar
numa gaze de luminescências e de abelhas.
é quando cresce a música na intimidade
das glicínias e se despenha o seu perfume
nas sombras mais intensas, como se
falássemos das águas ou da matéria da melancolia
nesta luz feita de sussurros do jardim e
o mundo começasse pelas narinas
e o nó da vida se prendesse
ao voo de um aroma, à sua consciência doce,
arejada entre o chão e as nuvens
desce pelos vãos da solidão macia, lento
como um óleo a alastrar na pele do tempo,
o enredamento grave das glicínias,
para um torpor, para um renascimento,
para uma canção breve das delícias,
um recordar de mágoas, um cacho de silêncios,
um respirar mais fundo, um habitar.
( Vasco da Graça Moura, in ALAMEDA DAS GLICÍNIAS,
editado pela Modo de Ler / 2015 )
Etiquetas:
GLICÍNIAS / Vasco da Graça Moura / PORTO
quarta-feira, 27 de março de 2019
JUSTIFICAÇÃO
COMO NEM ANTEONTEM, NEM ONTEM,
ME FOI POSSÍVEL RESPONDER E AGRADECER OS COMENTÁRIOS DEIXADOS NO GRIFO PLANANTE...
terça-feira, 26 de março de 2019
PARQUE DA CIDADE
© João Menéres
NA TARDE DO PRIMEIRO SÁBADO
APÓS A ENTRADA DA PRIMAVERA.
ESTA É UMA DAS VISTAS QUE DAS JANELAS
DO BLOCO DE ONTEM SE TEM.
segunda-feira, 25 de março de 2019
COM VISTA PARA O PARQUE
© João Menéres
DE T1 A T6, À ESCOLHA DO CLIENTE.
A VISTA PARA POENTE, ALÉM DE SER SOBRE O PARQUE DA CIDADE,
TEM O OCEANO !!!
ESTAS JANELAS LATERAIS E ANGULOSAS SÓ
RECEBEM SOL ENQUANTO NÃO TERMINAR O EQUINÓCIO DO VERÃO...
DE T1 A T6, À ESCOLHA DO CLIENTE.
A VISTA PARA POENTE, ALÉM DE SER SOBRE O PARQUE DA CIDADE,
TEM O OCEANO !!!
ESTAS JANELAS LATERAIS E ANGULOSAS SÓ
RECEBEM SOL ENQUANTO NÃO TERMINAR O EQUINÓCIO DO VERÃO...
domingo, 24 de março de 2019
PORQUE HOJE É DOMINGO...
Um alentejano vai a um concurso de televisão e o apresentador pergunta:
- Como se chamam os habitantes de Beja?
Após algum silêncio, o alentejano responde:
- Porra! Todos, todos não sei !
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