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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

POSTAL ANTIGO





INFELIZMENTE NÃO CONSEGUI
DECIFRAR A DATA 
QUE ESTÁ NO VERSO...

20 comentários:

Remus disse...

Antigamente Gaia era escrito com Y?
E eu que pensava que o uso do Y no nosso alfabeto era uma coisa recente, mas afinal já é «do tempo da Maria Cachucha».

João Menéres disse...

REMUS

E Vila escrevia-se com dois l...
E no rio embarcavam-se pipas com vinho e outras bebidas para o Brasil e outros destinos.
E...tanta coisa mais !...
Leu o texto escrito à máquina ( certamente para não oferecer dúvidas...) ?
Deu conta do extremo cuidado e atenção que testemunha ?
Hoje é tudo a correr e ninguém se preocupa muito com a forma.

Um abraço grato por ter sido o primeiro a comentar.

Rasuras do Aparo disse...

... assim já lhe posso chamar postal ... mas um postal com " história familiar " decerto ... interessante rever o passado assim ...

Luísa disse...

Ena!
Tanta história ainda tens para me contar!
Menéres & C.ª...vinhos, cognac e vinagre! Super interessante!
Beijinhos mill, com toda a estima do mundo!

Maria Manuela disse...

Muito interessante !
Mais um bocadinho da história de Família. Desta vez, através da escrita comercial, bem patente a correcção e consideração pessoal para com o cliente.
Inteligência, visão, educação... também no acto de negociar...
Não há dúvida, está no ADN !
João, sabe o que pensei ?
Não terá encontrado este postal entre as desarrumações e arrumações em curso?
Beijinho.:)

Isabel disse...

Que giro!

Quando se fazem mudanças descobrem-se coisas que já não se viam há muito tempo. É engraçado!

Um beijinho:)

Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Uma verdadeira relíquia digna de um museu!
Abraço

João Menéres disse...

RASURAS

Sim, isto é mesmo um postal que o meu avô mandou fazer para fins vário.
A Fábrica e a Conserveira situavam-se em Matosinhos em terrenos inóspitos, mas bem perto da Linha do combóio. Hoje, é um local bem central, na Rua de Brito Capelo e Av. Menéres.
Não confundir com a Rua Clemente Menéres ( meu bisavô ), que está situada no Jardim do Carregal, adjacente à fachada Norte do Hospital de Santo António.

Um abraço, meu estimado Amigo.

João Menéres disse...

LUÍSA

Não tenho não...
Não conheci nenhum dos 4 avós.
E quando o meu Pai contava episódios familiares, eu era muito novo ainda.
Possuo é alguns documentos !
E o meu irmão é que me avive a memória, dado ser mais velho do que eu cinco anos e sempre se ter empenhado em saber.
Por essa altura, só a Vela me ocupava os tempos disponíveis.

Um beijo, querida Luísa.

João Menéres disse...

MARIA MANUELA

Vamos ter um Magusto no dia 22 de Novembro para reunir toda ( os que puderem vir ...) a família descendente de Agostinho Pinto da Fonseca Menéres, meu avô.
Por isso, achou-se por bem juntar elementos que possam ilustrar esse percurso aos mais novos ( já sou tio bisavô !...).

Um beijo muito agradecido.

João Menéres disse...

ISABEL

O que "descoberto" nesta fase são livros que estavam adormecidos nas 2ªs filas das estantes mais altas...
Tenho alguns livros em duplicado ou triplicado, imagina !
Tinha comprado na altura do lançamento, tempos mais tarde, esquecido, comprava outro exemplar...
Não sucedeu muitas vezes. Talvez em três ou quatro situações. Isso demonstra que eu queria mesmo aquele livro !

Um beijo grato.

João Menéres disse...

RUI PIRES

E tenho mais algumas coisas do género...

Um abraço amigo.

ana disse...

Uma redescoberta maravilhosa. Recolher os dados da família e reconstruir a sua história é um exercício interessante e caloroso.
Os recortes, factos, contribuirão para a História do quotidiano, partindo de uma família particular para o fenómeno geral, ou seja da História de caso ( micro-história) para a macro- História.
Beijinho e parabéns pelo evento familiar. :))

João Menéres disse...

ANA

À medida que me seja possível, publicarei neste espaço um ou outro testemunho de um passado para memória futura, mesmo na "biblioteca" virtual.
Agradeço-te imenso as palavras plenas de significado.

Eu até gosto de castanhas !
Na minha adolescência tinha muitos magustos em que alegremente nos enfarroscávamos...
( Penso que escrevi bem. Agora, nunca tenho certezas, depois do dito A.O. , que não sigo, mas me baralha ).

Um beijo amigo.

Agostinho disse...

Do tempo em que havia tempo para tudo.
Presumo não haver telefone naquela época pelo que a apresentação prévia à visita do vendedor se impunha. De notar a redacção impressa no canto superior esquerdo. É uma pena não saber a data precisa da relíquia.

Boa noite.

João Menéres disse...

AGOSTINHO

Bem me lembro dessa maravilhosa época !...
Só posso dizer que será entre 1910 e 1920...

Agradeço muito a sua avaliação, meu caro.

Um abraço.

A Casa Madeira disse...

Que bacana!
Infelizmente com a chegada da tecnologia as pessoas
esqueceram o hábito do cartão... mas entre familiares e amigos pelo
menos no Natal tento mandar alguns... mas recebo de volta tudo pelo face kkk.

João Menéres disse...

A CASA MADEIRA

Pois foi...
E também a mão de obra se ressentiu !

Ainda recebo alguns ( raros ) postais e envio também poucos...

Gostava de saber mais a teu respeito.

Um beijo.

Ana Freire disse...

Quanto cuidado e educação havia... na forma de expressão...
Fiquei fascinada, com o postal... Outros tempos... e valores...
Beijinhos
Ana

João Menéres disse...

ANA

Já tinha agradecido. Pelos vistos não cliquei no PUBLICAR...

Bom, como dizes, eram outros tempos, com outros valores !
As novas tecnologias trouxeram muitas vantagens, evidentemente.
Mas há sempre o reverso da medalha...

Um beijo com Amizade e grato pelo comentário.