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quinta-feira, 24 de abril de 2014

FACHADA DE UMA CASA NO CANAL DE S. ROQUE

© João Menéres

FOTOGRAFIA FEITA A BORDO DE UM MOLICEIRO,
COM AS CONDICIONANTES INERENTES.

"Ao longo do Canal de S. Roque pode desfrutar-se de um ambiente verdejante junto a um local emblemático da cidade, de um lado a Ria e do outro, o apelidado bairro à Beira Mar onde se situavam armazéns de sal. Esta zona, reabilitada recentemente, apresenta equipamentos que possibilitam desfrutar com qualidade de uma zona pedonal e ciclável junto a uma das imagens mais típicas de Aveiro."

20 comentários:

Céu Vieira disse...

Bom diiiia, João!!

Até que enfim que posso entrar aqui sem aviso de perigo!! :)

Andou por Aveiro e não disse nada?? :)

João Menéres disse...

CÉU

Só almocei no Sal Poente e fizémos o Cruzeiro...
Não deu para mais (e não estava previsto ).

Um beijo muito agradecido.

Agostinho disse...

A nossa "Veneza" tem encanto(s).

João Menéres disse...

AGOSTINHO

Aveiro é uma cidade muito agradável e que se tem modernizado nestes últimos anos.
Vale sempre a pena uma nova visita, mesmo que seja breve.

Um abraço e obrigado.

Eduardo P.L. disse...

As condições inerentes eram favoráveis, pelo visto...srsrs

João Menéres disse...

EDUARDO

O barco em andamento e não haver tempo para enquadrar devidamente.

Um abraço.

Luísa disse...

Belo olhar de Grifo sobre uma fachada imponente!
Mil beijinhos minhotos, com chuva e frio!

João Menéres disse...

LUÍSA

Naquele dia, estava uma rica tarde de sol !
Foi a 13 de Abril...
Diz o ditado que hora a hora, Deus melhora, porém não noto isso cá neste Portugal cada vez mais enterrado e pequeno.

Um beijo.

Maria Manuela disse...

João, belo exemplar aveirense !
Parece a fachada de um palacete ali, bem ancorado ( tem duas), à espera de ser sabiamente fotografado de um moliceiro em andamento...
E sente-se, com gosto, o deslizar do barco !...
"Grandes condicionantes inerentes" estas!
Ah! E há outra condicionante: o belíssimo AZUL do céu !!...
Gostei muito.
Beijinhos. :)

João Menéres disse...

MARIA MANUELA

Deve ter sido a casa de um industrial saleiro.
( Contava que a Céu Vieira, que mora em Aveiro, me pudesse fornecer os elementos informativos que poderia ter ouvido do piloto do moliceiro... ).
Tem uma bela arquitectura.
As janelas são deliciosas !
Se clicares na imagem, notarás mais elementos relacionados com a vida marítima.

Um beijo Amigo e grato.

ana disse...

João,
A Arte Nova que proliferou no nosso país. Gostei muito.
Beijinho.:))

João Menéres disse...

ANA

Mais conhecida como a Veneza portuguesa, Aveiro é, na minha opinião, a capital da Arte Nova em Portugal.
Em cada canto ou esquina, deparamo-nos com um exemplos notáveis.

Um beijo, em dia em que o sol devia brilhar nos nossos corações.

Carolina Tavares disse...

João, deixo-lhe cópia do que escrevi do teu comentário lá no blogue aqui, pois considero que seja importante que saibas. E desde já agradeço-lhe a presença e participação.

¨Não considero desleixo João, acho que a arte possibilita transformar o abandono em beleza, e as estruturas de ferro e vidro, além das plantas e da vista maravilhosa do Rio de Janeiro, fizeram deste local um pont de manifestação artística, com exposição de artistas, teatro, show, um lugar encantador, onde a cantina serve doces portugueses, muito bons.

Acredito que deveriam ter preservado o lugar tal como era, sem dúvida teria sido o projeto primordial, mas já que ele não foi levado a cabo e ouve a destruição, acredito que a criatividade o transformou em algo que honra o seu passado, embora possamos ver estampado a ação depredativa do homem. Não deixa de ser um monumento do que não fazer. As ruínas falam por si.¨

Um beijo, João.

Carolina Tavares disse...

De todo os lugares que estive em Portugal eu me apaixonei por Aveiro. Porque? E se explica paixão?

Dizem que nos apaixonamos pelo que nos é semelhante, e Aveiro é muito Minas Gerais, ou seria ao contrário? Claro que sim. Ao caminhar pelas calçadas de Aveiro a sensação é de como estivesse andar nas calçadas de São João del Rei, Tiradentes... Um estranhamento tão impactante e tão bom, de como se estivesse em casa, mas distante.

Também foi na praia da Barra, onde há aquela parte de terra que avança ao mar e que os pescadores ficam ali a pescar, e se ouve o mar de um lado e do outro, deitada em um dos bancos, adormeci, e dormi um sono tão tranquilo que me fez pensar, quero passar meus últimos dias aqui. Foi ali que me apaixonei por Aveiro.

Ah... depois em Lisboa. Há como não amar Lisboa? Fernando Pessoa tinha razão. Lisboa enfeitiça quem a conhece, é encantadora.

E esta fachada é linda. Gosto imenso de arquitetura. Veja como ela fala do mar. Há as âncoras, a boia salva-vidas, há as curvas das janelas em ondas e o verde dos azulejos, tudo leva ao mar. Como a Ria (que aprendi, não é um Rio), de água salgada trás a flor de sal, é o mar.

Significativa captura. Será que quem desenhou este projeto pensou nos simbolismos que ele tem? Penso que sim, penso que há história nesta fachada.

Beijo

Remus disse...

Olho para esta fachada e vejo uma cara sorridente, a mostrar os dentes e com um fino e elegante bigode.
Na cabeça poderei dizer que tem uma boina.
:-)


João Menéres disse...

CAROLINA

Foi um erro de leitura, Carolina.
Tinha entendido que estava totalmente abandonado !
Lamento não ter compreendido isso e foi por tal motivo que comentei daquela forma.
Obrigado por me esclareceres !

Um beijo grande e muito Amigo.

João Menéres disse...

CAROLINA ( II )

Tens todos os motivos para te teres apaixonado por Aveiro !
É uma cidade que tem beneficiado de muitas obras, umas novas, outras de reconstrução bem pensada.
Uma cidade em constante mutação !

Um beijo e muito obrigado pelos teus comentários tão assertivos.

João Menéres disse...

REMUS

Não vou negar que tem uma leitura que corresponde, mna verdade, a essa cara sorridente !

E a boina tem especial graça !

Um abraço muito grato.

Rasuras do Aparo disse...

... ei-la debaixo de um azul sublime ... e olhada com admiração e sagacidade de quem passa deslizando em tom de azul tambem ...

João Menéres disse...

RASURAS DO APARO

Tanta variedade e nem uma espiral...


Um abraço Amigo.