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segunda-feira, 3 de março de 2014

CASA DO POMAR


© João Menéres

28 comentários:

Luísa disse...

Ha uma janela para arejar todo o produto que entra naquele pomar!
Tem ares de cuidado,de familiar!
Temsinais de muito trabalho e de pouco tempo para o pintar!
Tera o pomar amadurecido com o tempo!?
Talvez!

myra disse...

ja nao sei que te dizer...infelizmente nao sei escrever tao LINDO como Luisa, mas quanto gosto de TUDO que coloca aqui!!!!
janelas portas paredes que mostram o tempo que passa....bellllisssssssimo!

Eduardo P.L. disse...

Boa imagem.

Rui - Olhar d'Ouro disse...

Muito interessante! Não é só o bem composto e arranjadinho que salta à vista, estes detalhes ficam muito bem imortalizados!
Abraço!

Ps. Não entendi o "desgosto para as gentes de Lazarim" que mencionou no outro post...

João Menéres disse...

LUÍSA

Fotografei por ter 2 anos mais do que eu...
Não sei quem estará melhor !...
Eu guardei os frutos até onde pude.
Depois, quando estavam verdadeiramente maduros foram criar outras casas para darem outros frutos ao mundo e contribuirem para manter um nome.
Eu já não estou longe de entrar por aquela janela...

Um beijo, querida Luísa pelo teu comentário.

João Menéres disse...

MYRA

Não tens que te preocupar em escrever LINDO !
O facto de gostares do que aqui coloco para mim é mais do que suficiente !!!
Pintas como verdadeira Artista que és.
Que mais podes desejar ?

Um beijOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Remus disse...

Este "manchado" da idade, que até é feliz na escolha das cores, deu um toque bem característico à composição. Faz lembrar um pouco uma casa das bonecas. Provavelmente por ser em tons de azul e de cor-de-rosa.

Se existe uma "Casa do Pomar", também existe uma "Casa do Pinhal", ou uma "Casa do Galinheiro"?
:-)

João Menéres disse...

EDUARDO

Infelizmente tive que cortar a bandeira da janela...

João Menéres disse...

RUI PIRES

Fico muito satisfeito por ter notado os pormenores e detalhes !

NOTA : O desgosto de estar mau tempo para os folguedos e versos de " mal dizer " que alegram a Festa dos Caretos de Lazarim.
Não sei se está de chuva aí, mas imagino que sim, e essa folia não sedá com a chuva. Era isso.

Um abraço muito grato.

João Menéres disse...

REMUS

Muito bem observada a semelhança que pode ter com a CASA DAS BONECAS !
Não sei se há outras com esses nomes, mas penso que não.
É uma casa alta que me criou algumas dificuldades para registar um aceitavel documento.

Muito obrigado pela sua análise tão completa.

Um abraço.

ana disse...

Tão bonita a casa do pomar. É pena estar ao abandono.
Beijinho. :))

João Menéres disse...

ANA

Julgo que não está ao abandono...

Um beijo e obrigado.

GL disse...

Sabes que ver uma casa destas abandonada, onde os resquícios de grande beleza prevalecem, me causa uma imensa nostalgia?
Interrogo-me sobre quem lá teria vivido, que sucedeu a herdeiros (se é que os houve)?
E penso, e penso, e torno a pensar.
Resposta? Pois, não tenho!

Beijinho.

Sônia Brandão disse...

Uma imagem de puro encantamento. E, de quebra, um poema de Eugénio, que é um dos meus poetas prediletos.

Grande abraço.

ZEKARLOS disse...

Muito bom, gosto muito deste contraste e textura. Abraço

João Menéres disse...

GL

Pois, compreendo isso muito bem e se a casa for, por exemplo, um solar ?
Ai, como dói o coração...
Como terá sido gasto o dinheiro que em tempos houve a rodos ?
Em muitos casos, foi o jogo...
Noutros, desavenças nas partilhas...

Um beijo amigo.

João Menéres disse...

SÓNIA

Pelos vistos, estás a comentar a minha postagem de 5ª feira última...
Acontece a qualquer.

O importante é teres comentado e teres apreciado !
A obra de Eugénio de Andrade é muito vasta e os temas abordados são imensos.
Mas o Porto era um dos seus predilectos !


Um beijo e muito obrigado.

João Menéres disse...

ZEKARLOS

Este é um tema ( Janelas e Portas ) que tem muitos apreciadores. E eu pertenço a esse grupo...

Um abraço amigo e grato.

Jorge Pinheiro disse...

O que é?

João Menéres disse...

JORGE

Apenas uma casa de habitação.

Maria Manuela disse...

Uma janelinha tão bem talhada !
E ainda cercada por restos de mar, com ilhotas à vista... e terras enormes por ali a boiar...
Que histórias não terá ela para nos contar, sobre esta outrora bela "Casa do Pomar" ?

Gostei muito, João !
Um beijinho grande.

L.Reis disse...

O tempo nem sempre é "padrasto", às vezes limita-se a desenhar o mapa dos dias nas paredes que dão para o mundo.

Li Ferreira Nhan disse...

Já li a resposta; uma casa de habitação.
Nunca vi nada com esse título, é curioso e dá asas a imaginação.
A imagem toda é uma história!
Maravilha!!!!
Beijo querido!

João Menéres disse...

MARIA MANUELA

Desculpa a demora, mas ontem só tive menos de metade do tempo...
Achei graça à tua comparação do oceano com as ilhotas !
A janelinha assim era habitual em várias casas da época : habitualmente era o sótão onde existiriam dois quartos. Um para a frente e outro para as trazeiras. Não posso garantir que fosse o caso desta. mas é natural que assim fosse.
Hei-de averiguar se a casa está mesmo abandonada ou quê...
Penso que teria sido a casa de algum proprietário agricultor.
Histórias ?
- Qual a casa que as não tem e que as conserva ?

Um beijo muito Amigo.

João Menéres disse...

L. REIS

Realmente és brilhante em tudo que escreves !

Para mostrar quanto vi de poesia ( especial ), vou transcrever :

" O tempo nem sempre é "padrasto", às vezes limita-se a desenhar o mapa dos dias nas paredes que dão para o mundo. "

Um beijo na esperança que este mundo se mantenha ainda por mais largos tempos.

João Menéres disse...

LI

Sobretudo no Minho, não será caso único.
Senhores que apreciavam as suas terras e que davam valor ao que tinham.

Sabes se em Campinas há igrejas com talha dourada e ruas ( concretamente, passeios ou praças ) com calçada portuguesa ?

Um beijo, deste teu amigo querido.

Rasuras do Aparo disse...

... a erosão do tempo pôs a descoberto o que ainda lhe vai na alma ... admitirá ela o que não consegue esconder aos olhos de quem passa ?! ...

João Menéres disse...

RASURAS DO APARO

Claro que não ignora !
Faz é de conta que não é nada com ela...

Um abraço, caro amigo.