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sábado, 12 de janeiro de 2013

POSTIGO

© João Menéres



Canção Mínima
No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.
E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,
entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta
( Cecília Meireles )


33 comentários:

ana disse...

Um poema belíssimo num postigo surpreendente.
Aqui há qualidade de vida porque esta espécie de musgo amarelo só se dá onde o ambiente é puro.
Beijinho.

João Menéres disse...

ANA

Não te escapou o postigo !!!
Fi-la ontem à tarde.
É um prédio numa rua sem poluição, de facto.

Um beijo e bom fim de semana.

( Hoje foste a 1ª ! )

Ana Bailune disse...

Cecília é apenas tudo!

João Menéres disse...

ANA

Inteiramente de acordo.

Um beijo.

myra disse...

que dupla, hoje, que beleza, meu querido Joao!!!

João Menéres disse...

MYRA

Muito obrigado !
Desejo que este sábado não seja muito mau para ti.

Um beijoooooooooooooooooooooooooooo.

Luísa disse...

Pinceladas de ferrugem que o tempo deixou ou liquenes animados numa porta esquecida à entrada da adega?

Cecilia Meireles previu o teu postigo, nas letras ensaiadas sobre o mistério sem fim...

Entre a imagem e o poema, está alguém de muito bom gosto!
Beijinhos de sábado



Isabel disse...

Não descobriria nunca o que é esta belíssima "pintura" e ficaria intrigadíssima. Agora já sei, com os comentários anteriores.
Linda a foto e o poema.
Um beijinho e bom fim-de-semana

expressodalinha disse...

Lindíssima imagem.

Kaipiroska disse...

Excelente padrão aqui criado :)

João Menéres disse...

LUÍSA

É mesmo toda uma fachada à qual, infelizmente, só tenho acesso visual a 1/3 ou menos.

Desta vez, não foi lá muito fácil encontrar uma poesia...
O planeta será o postigo e o jardim está à vista.
O grifo, pelos vistos, só tem uma asa.
E basta...

Mas gostei tanto, que substituí a imagem já calendarizada para hoje por esta fresquinha !


Obrigado pelas tuas palavras, AMIGA.

Um beijo.

João Menéres disse...

ISABEL

O teu olhar não chegou ao postigo ?
A partir daí seria fácil, certamente.
E não ampliaste a imagem ?
Preenchendo todo o ecrã adquire muito mais força.

Obrigado pelos votos de bfs.
Vai ser aqui passado, pois tenho muito que descascar...

Um beijo.

João Menéres disse...

JORGE

Bem sabe que calhou...

João Menéres disse...

KAIPIROSKA

É padrão natureza...

Um beijo prá aí.

Celia na Italia disse...

A foto é linda e cheia de significado já a Cecilia é D+
Parabens pela bela composição!

Maria Manuela disse...

Lindíssimo!
Retoques de Outono em pleno Inverno!

E o postigo, ali, a espreitar o jardim... que a Natureza pintou na pedra, ao longo do tempo... tal o "jardim" do poema, nesse "mistério do sem-fim"...
E, não uma borboleta mas um grifo, pousando nele seu olhar apuradíssimo, presenteou-nos com mais esta maravilha!...

Maria Manuela disse...

Um beijo, caro Sr. Poeta da Imagem!

João Menéres disse...

CÉLIA

Muito obrigado por apreciares.

Um beijo.

João Menéres disse...

MARIA MANUELA

Sinto-me muito lisonjeado !

Um beijo num sábado muito indefinido meteorologicamente falando.
O frio, esse continua...


Um beijo.

João Menéres disse...

MARIA MANUELA

Agradeço as duas coisas.

Bom Domingo.

Anónimo disse...

... cujas dioptrias foram aumentando em tons de ouro perante a corrente de vida e vidas desfiando ao longo do tempo ...
T

João Menéres disse...

> T <

Realmente faltava o Poeta dos comentários !

Muito obrigado.

Um abraço.

Li Ferreira Nhan disse...

A assinatura do tempo!
E que cores!!!
Beijos querido!

Fatyly disse...

Adoro poder espreitar por um "postigo" e ver "o sem-fim" e dar asas à imaginação.

A foto está excelente e na próxima tens de fotografar só o postigo:)

Beijos e um bom domingo

Eduardo P.L disse...

O tempo.

João Menéres disse...

LI

Obrigado, querida amiga !

Um beijo.

João Menéres disse...

FATYLY

Bom comentário o teu, obrigado.

Quanto ao postigo : Fica afastado e fora do meu alcance para o fotografar só...


Um beijo e bom Domingo.

João Menéres disse...

EDUARDO

O TEMPO é um factor que se aplica a muita coisa, não é mesmo ?

Um abraço.

Marco C. disse...

uma árvore?, um quadro? uma fotografia em jeito de pintura. Mto bom amigo João. Abraço

João Menéres disse...

MARCO

Eu à Luísa já tinha dito o que era...

É uma fachada e tem aquele pequeno postigo lá na ponta.
Mas está tudo para lá de um muro e eu só posso fazer isto...
A luz estava a jeito, Marco !

Um abraço e obrigado.

Remus disse...

Confesso que não conseguia perceber se o tom quente era devido à ferrugem ou se era líquenes.
Depois de ler os comentários e as suas respostas, fez-se luz na minha pobre cabecinha.
:-)

Pormenor muito bem "descoberto" e retratado. O efeito criado pela parede está fenomenal.

AN disse...

Oxidações? Escritas pela húmida dos tempos.

Anónimo disse...

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